54. MODOS DE OUVIR O INTERLOCUTOR CONSCIENCIÓLOGO |
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EXPERIMENTO 54 DO LIVRO 700 EXPERIMENTOS DA CONSCIENCIOLOGIA (AUTOR: WALDO VIEIRA). Interconsciencialidade - TESTES DA SUA COMUNICABILIDADE. Ouvir. Ouvir os outros sobre algum assunto não é tarefa fácil. Mais difícil ainda é ouvir alguém sobre as complexidades da consciência, ou sobre nós. Qualquer emissão de ideia permite diferentes níveis de entendimento por parte do ouvinte. |
Eis 20 modos de você ouvir o interlocutor no diálogo, ou mesmo a consciex na telepatização extrafísica: |
01. Abstração. Não ouvir o outro pensando em assuntos diferentes, fora da pauta. |
02. Alienação. Não ouvir e nem inventar ideias se o outro não está lhe dizendo. |
03. Concordância. Não transformar a ideia do discurso do outro (ou da outra) em objeto de concordância. Este recurso é argumentação primária ou falha passiva. |
04. Diálogo. Ouvir o outro (ou a outra) dentro do diálogo atento e educado. |
05. Discordância. Não transformar a ideia do discurso do outro (ou da outra) em objeto de discordância. Este recurso é argumentação primária ou falha ativa. |
06. Egocentrismo. Não ouvir do outro só a confirmação ou a rejeição dos autopensenes. |
07. Fossilização. Não ouvir do outro (ou da outra) apenas aquilo já pensado por você a respeito da ideia falada pelo outro (homem ou mulher) (apriorismos estagnadores). |
08. Ilogicidade. Não destacar da fala do outro (ou da outra) só o emocional, o agradável ou o desgostoso para você, segundo possível monopólio do próprio subcérebro abdominal. |
09. Imaginação. Não ouvir do outro só o imaginado por você quanto à conversa dele. |
10. Impulsividade. Não ouvir do outro apenas o adaptável por você aos próprios impulsos de amor e afeição, ou repulsão e raiva, já sentidos em relação a ele, seja o interlocutor, interlocutora, conscin ou consciex, em quaisquer conjunturas ou momento evolutivo. |
11. Intraconsciencialidade. Não ouvir do outro apenas aqueles pontos capazes de fazer sentido para as ideias, ou modos de ver as coisas, tocando mais diretamente em você. O egão é sempre o elemento mais perturbador da comunicabilidade interconsciencial. |
12. Manipulação. Não ouvir do outro apenas ideias esperadas para ouvir dele. |
13. Monólogos. Não ouvir o outro, compondo 2 monólogos paralelos, simultâneos (estáticas e ruídos mentais), ao invés de estabelecer o diálogo natural com ele (ou ela). |
14. Neofobia. Não ouvir do outro tão somente as ideias ouvidas por você antes. |
15. Personalismo. Não empregar da fala do outro tão somente as partes relativas a você, no uso de algum mecanismo de defesa do ego ou de seletividade egoica. |
16. Preconcepções. Não ouvir do outro (ou da outra) apenas o desejável ou o esperado. |
17. Sensação. Não ouvir do outro apenas o sentido por você, contudo sem dizer nada. |
18. Subavaliação. Não forçar a introdução das ideias do outro (ou da outra) naquilo já acostumado por você a pensar, em óbvia subavaliação lateral ou análise tendenciosa. |
19. Surdez. Não estabelecer o diálogo de surdos, sem comunicação, com o outro. |
20. Tendenciosidade. Não ouvir apenas do outro (ou da outra) as ideias pensadas por você para dizer em seguida, durante o debate construtivo (autodefesa primária). |
Discernimento. Só o Item 4 indica a maneira correta de ouvir com discernimento. |